Filhos de um Deus Menor? Não!!!



Na altura em que redijo estas linhas, o sangue ainda corre fervente nas veias...

Com efeito, como se diz aqui no Norte, "quem não se sente não é filho de boa gente"... e nós Vitorianos, orgulhamo-nos de o ser e das nossas raizes. Isto para dizer que o que ocorreu, em pleno D. Afonso Henriques, foi uma completa vergonha, mas ao mesmo tempo uma dolorosa constatação.

Dolorosa constatação no sentido que a arbitragem em Portugal vai mal... que criam-se juizes internacionais à pressão (como o caso do sr. Tiago Martins) e que estes, actualmente têm a desfaçatez de dirigir um jogo, consoante as suas intenções...

Ou, se não tivesse existido premeditação no prejuízo ao Vitória e concomitante actuação dolosa em extorquir pontos aos Conquistadores, porque razão o dito juiz abandonou o relvado a trote, nem sequer esperando pela saída das equipas? E porque só abandonou o estádio depois da meia-noite, quando não existia vivalma à sua espera, mas segundo se diz o mesmo estava com um medo de morte?

Será por saber que não tomou as melhor decisões e a consciência pesar-lhe mais do que as pernas? Por saber que prejudicou um clube, podendo em última ratio, e vamos ver o que o futuro nos reserva, ter-lhe espoliado a entrada directa na Liga Europa e consequentemente a entrada nos cofres de modo automático de dois milhões e seiscentos mil euros.

E era isso, que na declaração que Júlio Mendes fez, importava realçar. Acima do Vitória ser um clube sério - e ainda bem que o é, mas isso é a obrigação de todas as pessoas, sejam elas colectivas ou individuais - que dá emprego a muita gente - a isso é obrigado, atendendo à estrutura do mesmo - e que ele salvou o clube da bancarrota - mas, ao candidatar-se a presidente era obrigado a apresentar um projecto para isso, e ainda bem que teve êxito -, importava criar um soundbyte , como o próprio referiu, que o que sucedeu poderá ter causas irreversíveis e ter prejudicado o clube em dinheiro, muito dinheiro...

E acima de tudo, usar o que agora está na moda, que são os audiovisuais. Pegar no vídeo do jogo e demonstrar a actuação premeditada de um juiz, que foi internacional após três jogos de Primeira Liga,   e o quanto prejudicou o clube.

Esse era o sound byte  que o país precisava de ouvir... um barulho aterrador que em Guimarães queremos ser respeitados e não admitimos ser tratados como filhos de um Deus menor... se uns pagam vouchers,  se outros fazem visitas a botequins de árbitros e outros os condicionam, ainda, antes dos jogos, nós simplesmente queremos arbitragens honestas e isentas, em que quando o erro surgir seja uma consequência da condição humana do juiz... não um premeditação dolosa que, ao longo dos anos, vão prejudicando épocas, quer em matéria de classificações, quer em matéria de objectivos monetários.

E é o tempo de dar essa murro na mesa... demonstrar que não admitimos provocações nem afrontas... que exigimos respeito por um clube com noventa e cinco anos de história e que se for preciso também iremos às instâncias a que os outros vão, sejam elas a FPF, o Conselho de Arbitragem ou até o Governo... agora, filhos de um Deus menor é que não!!!!
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